XVIII Congresso Internacional de Catarata e Cirurgia Refrativa – De 16 a 19 de Maio

O XVIII Congresso Internacional de Catarata e Cirurgia Refrativa ( http://www.brascrs2018.com.br/) vai acontecer entre os dias 16 e 19 de maio de 2018, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Sua organização vem seguindo inúmeros critérios técnicos e científicos. Mas um deles está sendo preponderante: como deixar os congressistas ainda mais satisfeitos, em relação a eventos de Catarata e Refrativa anteriores?

Estamos, há algum tempo, apurando as principais demandas, inclusive com pesquisas de satisfação, para preparar congressos que tentam potencializar iniciativas que já são sucesso de público, assim como proporcionar experiências mais inovadoras.

Para 2018, aumentamos ainda mais o número de cursos teóricos gratuitos e de wet labs. Essas foram as atrações mais procuradas no último Congresso Internacional, em 2016, e no último Congresso Brasileiro, em Foz do Iguaçú.

O objetivo é comportar os interessados que, nos congressos anteriores – tanto em São Paulo como em Foz de Iguaçu – devido à enorme procura, ficaram numa extensa lista de espera.

Fizemos parceria com entidades internacionais para abrir o evento com o Glaucoma Day e com o Cornea Day, que acontecem na quarta-feira, dia 16 de maio. Essas sessões serão desenvolvidas em conjunto com as sociedades internacionais de Córnea e de Glaucoma.

Implementamos a tradução simultânea em inglês e espanhol.

E tivemos cuidado absoluto na escolha do local, que conta com total infraestrutura, dispondo de amplas salas para acomodação dos congressistas tanto no Transamérica Expor Center como no hotel onde estarão hospedados.

Convidamos você a conhecer o site do XVIII Congresso Internacional de Catarata e Cirurgia Refrativa. Acompanhe as principais novidades. Envie suas sugestões. E registre essa data no seu calendário oftalmológico.

As inscrições já estão abertas!

Leia mais

Lente Escleral: Para que serve e como usar

As lentes esclerais são lentes de contato rígidas gás permeáveis, porém com um diâmetro maior que as lentes de contato rígidas tradicionais. O seu diâmetro se inicia a partir de 16 milímetros e o seu apoio não ocorre na córnea, mas sim na esclera (parte branca do olho, em volta da parte colorida).

Partindo-se do princípio de que quanto maior a lente, maior é o seu conforto, a lente escleral por ter um diâmetro maior do que qualquer outro tipo de lente, é extremamente confortável. Pelo fato de se apoiar na esclera (parte branca do olho), a lente escleral isola a córnea e para quem está a usando a impressão é de que não há nada no olho.

Essa lente especial é ideal para casos de ceratocone mais avançados, onde as outras lentes não foram eficazes (inclusive para casos em que há alguns anos acabavam já sendo indicados para transplante de córnea).

Outra indicação no ceratocone pode ser por dificuldade na adaptação à outros tipos de lentes, por desconforto ou intolerância.

É importante frisar que as lentes esclerais estão indicadas também para outras situações que não o ceratocone, tais como:

– Outras ectasias corneanas (degeneração marginal pelúcida, ceratoglobo ou ectasia pós cirurgia refrativa)

– Para portadores de olho seco (Síndrome de Sjögren, doença enxerto-versus-hospedeiro)

– Pós trauma corneano, pós trasplante de córnea, degeneração de Salzmann e ou outros tipos de irregularidades corneanas.

Além do cuidado básico de higienização da mão antes de manusear, limpeza com produtos específicos e armazenamento, a lente escleral deve ter polimento de 3 em 3 meses (ou de acordo com a recomendação do especialista).

Todo usuário de lente escleral deve obrigatoriamente acompanhar com um oftalmologista especializado.

As suas principais vantagens são:

– Enorme conforto;

– Propiciam uma melhora de visão incrível para casos antes fadados a cirurgia de transplante de córnea;

– São feitas de material gás permeável com altíssima permeabilidade ao oxigênio;

– Possuem desenho com múltiplas curvaturas que se adaptam a diferentes córneas irregulares;

– Menor sensação palpebral, praticamente não é sentida;

– Costumam possuir um alto índice de satisfação dos usuários.

A lente escleral já é utilizada há anos em pacientes portadores de ceratocone, com alta taxa de sucesso.

Além de ser muito confortável, proporciona uma melhora importante na visão dos pacientes portadores dessa condição.

A lente escleral pode ser usada ao longo do dia todo, desde manhã cedo até a noite antes de dormir.

Porém, sabemos que cada caso é um caso, e apenas o seu médico especialista poderá lhe orientar o tempo de uso diário que você poderá utilizá-la com segurança.

Como se coloca a lente escleral? (Vídeo)

https://www.youtube.com/watch?time_continue=422&v=wLmJlwfUN4Y –  

Mediphacos ensina como colocar e retirar lente de contato Escleral dos olhos

 

 

Oftalmologista ipanema

Entrevista concedida para o Eyechannel: Pela 3ª vez consecutiva, Dr. Renato Ambrósio Jr. é indicado a Power List 2018

Foi divulgada nesta quinta-feira, dia 05 de abril, pela revista inglesa “The Ophthalmologist” a lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da oftalmologia. A Power List 2018 inclui cirurgiões, cientistas, engenheiros e CEOs, que tiveram seus trabalhos destacados durante todo ano, e pela terceira vez consecutiva tivemos o Brasil representado pelo Dr. Renato Ambrósio Jr.

Com mais de 350 publicações científicas e mais de 50 premiações no Brasil e no mundo, Dr. Renato hoje atua como diretor de Córnea e Cirurgia Refrativa no Instituto de Olhos Renato Ambrósio, além de fazer parte do corpo docente dos cursos de Pós-graduação (latu sensu) em Oftalmologia da PUC-RJ e da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, atuando como professor de córnea e cirurgia refrativa. Desde 2011, ele também é professor associado da Pós-graduação (stricto sensu) em Oftalmologia da UNIFESP. Recentemente foi aprovado como Professor de Oftalmologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio).

O Dr Renato Ambrósio Jr gentilmente conversou com o Eye Channel:

Eye Channel: O que representa para o senhor estar novamente entre os 100 mais influentes na Oftalmologia mundial?

Dr Renato Ambrósio Jr.: “ Fiquei muito contente e honrado em estar presente nesta lista. Esse reconhecimento motiva a continuar trabalhando de forma honesta e dedicada para ajudar os meus pacientes e tentar contribuir para a oftalmologia brasileira. Essa lista é feita por votação dos leitores dessa revista inglesa, sendo bastante rigorosa em seus critérios de votação. Na primeira vez, em 2014, fiquei listado em 11º lugar, não conhecia a revista que era relativamente nova. Fiquei muito feliz em saber que meu nome estava novamente na lista este ano.”

Eye Channel: Quais são seus próximos planos e desejos para o futuro?

Dr Renato Ambrosio Jr: “Sobre os meus planos e desejos: gostaria de ter um país melhor para as minhas filhas e gerações futuras. Tento fazer minha parte e colaborar na minha área.”

Foi a terceira vez que a revista inglesa The Ophthalmologist fez o mapeamento das 100 pessoas mais influentes do mundo na Oftalmologia. A lista é aberta e é feita por votação na internet pelos leitores da revista que se distribuem em todo o mundo. A lista inclui oftalmologistas clínicos, cirurgiões, cientistas, engenheiros e até CEOs relacionados com mundo da Oftalmologia. Enquanto qualquer lista como esta pode ser questionada quanto à sua validade e representatividade, Mark Hillen, editor-chefe da revista e idealizador da Power List coloca: “Percebemos que nossas Power Lists nunca serão definitivas. Mas quem pode argumentar que estes nomes, alguns novos e outros já familiares, não destacam o brilhantismo e a diversidade encontrados nesta especialidade fantástica, sendo 100 motivos de orgulho para a Oftalmologia mundial?”

Observamos uma disseminação global dos membros da lista na Figura 1. Quase metade vem dos EUA e quase quatro em dez da Europa (embora o status dos 16 por cento do Reino Unido como “europeus” possa ser debatido em breve). Se calcularmos o índice de listados per capita, os três primeiros países seriam Suíça, Cingapura e Reino Unido.

A Oftalmologia do Brasil se faz presente em todas as edições desta lista no nome do Prof. Renato Ambrósio Jr, que ficou em 11º lugar em 2014 e se manteve entre os cem nas listas de 2016 e 2018. Prof. Renato é filho de dois oftalmologistas, o saudoso Renato Ambrósio, fundador e segundo presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Refrativa e Vera Martins Ambrósio, com quem trabalha junto com seu irmão, também oftalmologista especializado em Retina e Vítreo no Instituto de Olhos Renato Ambrósio no Rio de Janeiro. Casado com a também oftalmologista Renata Siqueira, eles têm duas lindas filhas, Giovanna e Rafaella, que completarão 4 e 3 anos este ano.

O site Eye Channel gostaria de parabenizar o Dr Renato Ambrósio Jr. por toda sua dedicação e competência profissional, e por integrar a Power List 2018.

Leia a matéria completa aqui: http://eyechannel.com.br/ela-3a-vez-consecutiva-dr-renato-ambrosio-jr-e-indicado-power-list-2018/

Ophthalmology Times : Corneal tomography: Beyond but not in lieu of topography

Link do Artigo na Íntegra: http://ophthalmologytimes.modernmedicine.com/ophthalmologytimes/news/corneal-tomography-beyond-not-lieu-topography?page=0,4

Corneal tomography represents a major advance for diagnosis, prognosis, and treatment planning, but there remains a need for classic imaging technologies, such as Placido topography, along with a comprehensive clinical evaluation, said Renato Ambrósio, Jr, MD, PhD.

Scheimpflug corneal tomography is a 3-dimensional imaging technique that characterizes the anterior and posterior corneal surfaces, along with corneal thickness distribution. Discussing its applications, Dr. Ambrósio said that a classic question about tomography relates to whether it is a more sensitive modality than Placido disk-based topography to detect mild forms of keratoconus and screen for ectasia risk prior to refractive laser vision correction (LVC).

Findings from research conducted by Dr. Ambrósio and others involving cases with very asymmetric ectasia (VAE) along with lessons learned from many case reports of post-LVC ectasia indicate that the answer is unquestionably “yes”. 1-13 Nevertheless, there is still room for improving its performance in this application.

“In the quest for enhanced ectasia diagnosis, we have to go beyond topography, which only provides 2-dimensional information about the front surface of the cornea. Corneal topography does augment sensitivity to detect keratoconus in many cases with normal biomicroscopy and normal corrected visual acuity and is also efficient for identifying clinical keratoconus. But the occurrence of cases of post-LASIK ectasia in eyes without identifiable risk factors shows the need to better identify subclinical disease and characterize inherent ectasia susceptibility,” said Dr. Ambrósio, professor of ophthalmology, Federal University of the State of Rio de Janeiro (UniRIO), Brazil.

While objective indices for the categorization of tomographic data have been developed, recognizing that ectasia risk is influenced by the biomechanical status of the cornea supports the use of biomechanical characterization. The integrated Scheimpflug-based corneal tomography and biomechanical analysis provided with the Pentacam and Corvis systems (both Oculus) generates the Tomographic and Biomechanical Index (TBI), which was developed to enhance diagnostic sensitivity, Dr. Ambrósio said.

The TBI was developed by Dr. Ambrósio and colleagues in a multicenter study including one randomly selected eye from subgroups of patients with normal (n=480) or keratoconic corneas (n = 204) and using the random forest method with leave-one out cross-validation, an efficient artificial intelligence technique for classification.1 The study also included 94 eyes with normal topography from patients with VAE. The latter eyes were considered to have normal topography if they presented with KISA <60, IS-value <1.45, central K <47, and no positive finding on the topometric classification.

“The TBI was demonstrated to be more accurate for detecting ectasia than both the tomography-derived Belin/Ambrósio Deviation score and the biomechanical information alone, and external validation studies were performed in India, Germany, Iran, US, and Brazil using data from several independent patient populations,” Dr. Ambrósio said.
Published case reports further illustrate the value of including tomography and biomechanical assessments for the diagnostic evaluation of patients in clinical practice. One such report described a case of unilateral ectasia identified in a patient who had been referred for treatment of keratoconus in his right eye.14 Unilaterality of the ectatic disease was confirmed by extensive diagnostic evaluation including Placido disk-based corneal topography, Scheimpflug corneal tomography, ocular wavefront analysis, and corneal segmental tomography with epithelial thickness mapping by very high frequency digital ultrasound and spectral domain OCT.

“Interestingly, the patient admitted that he was rubbing the right eye,” Dr. Ambrósio said.

“We know that ectasia can occur in any eye, but as we established in the global consensus, although keratoconus can be asymmetric, it is always bilateral.”

Another report presented the case of a patient who developed post-LASIK ectasia despite being considered at low risk based on preoperative topographic evaluation.12 Findings from corneal tomographic and biomechanical measurements identified ectasia risk in the fellow unoperated eye (Figure 1).

“The unoperated eye would be considered a good candidate for LASIK based on findings from standard screening methods, which included a normal front surface topography and central corneal thickness of 542 µm,” Dr. Ambrósio said.

Similarly, tomography and biomechanical information identified subclinical keratoconus in eyes of identical twins, of which only one sibling had developed clinical keratoconus in one eye.15 One twin presented with VAE and subclinical (fruste) keratoconus in the fellow eye, and the sibling presented with bilateral fruste disease.

A case involving a 16-year-old male with progressive loss of distance corrected visual acuity illustrated that while tomography can rule out keratoconus, additional anterior segment data was needed to establish the cause of the vision loss, which was a subluxed lens.13

“Interestingly, the patient was being considered for corneal crosslinking based on loss of visual acuity and abnormalities seen on topography (Figure 2).  No evidence of ectasia was found on tomography (Figure 3), however, and the correct diagnosis was possible using the Scheimpflug images (Figure 4),” Dr. Ambrósio said.

“Older technologies may be replaced, but this is not the case for Placido topography because the data it provides for the evaluation of the ocular surface and the tear film is still very relevant for clinical decisions. There is a need to be conscious about what we are trying to detect or measure.”

Refrativa

A Revolução dos Lasers na Oftalmologia

A tecnologia é fundamental para todas as áreas da medicina e a Oftalmologia se destaca por ter sido pioneira como especialidade médica a utilizar o laser com objetivo terapêutico A primeira utilização prática de lasers na Oftalmologia ocorreu no início dos anos 1980. Desde então, se tornou um procedimento amplamente utilizado, e essas aplicações determinaram uma diminuição significativa na necessidade de intervenções intraoculares que são inquestionavelmente mais traumáticas e com maior risco. Os lasers estão em constante e rápida evolução, o que possibilita aplicações diagnósticas e terapêuticas cada vez mais precisas e eficazes.

Refrativa

Com o passar do tempo, os lasers foram aprimorados e introduzidos cada vez mais em um mercado de crescimento rápido e competitivo, no qual as grandes empresas ligadas à Oftalmologia estão bem representadas. Desde então, observou-se importante evolução nos chamados lasers de femtossegundo, o que se reflete na taxa de repetição, no controle da energia e na capacidade de programar cortes de forma mais versátil na córnea. Com esta progressão estrutural, outras aplicações para cirurgia de córnea vêm aumentando a capacidade de aplicação do laser de femtossegundo.

Uma nova técnica para correção de miopia e astigmatismo foi desenvolvida na Alemanha e já está amplamente difundida no mundo, com mais de 500 mil cirurgias realizadas com sucesso. Esta técnica chegou ao Brasil em 2014 e consiste na aplicação do laser de femtossegundo VisuMax para realizar uma lentícula na córnea que será removida por uma incisão menor que 3 milímetros. Com isso a cirurgia é menos invasiva comparando-se com outros procedimentos. O novo procedimento possibilita uma recuperação visual mais rápida e com menos desconforto.

Portanto, o laser de femtossegundo tem promovido uma revolução para a cirurgia de córnea e segmento anterior. Diversas aplicações têm sido exploradas com esta tecnologia que está em constante e acelerada evolução.

Confira o artigo completo do Dr. Renato Ambrósio Jr clicando aqui.

cirurgia refrativa

Descobrindo a cirurgia refrativa

No Brasil, mais de 35 milhões de pessoas, ou cerca de19% da população do país enfrenta algum tipo de problema de visão. Portanto, fica evidente que um número considerável dos brasileiros e brasileiras precisa recorrer a algum tratamento para corrigir estes problemas e, geralmente, recorrem ao uso de óculos e lentes de contato. Certamente todas elas gostariam de solucionar os problemas de visão sem precisar usar lentes corretivas. Apesar disso, ainda é comum encontrar pacientes com algum tipo de receio de se submeter a um procedimento cirúrgico para resolver essas questões, seja por sentir medo de ser algo muito invasivo ou doloroso, ou até mesmo por não saberem que alguns desses procedimentos são realizados de maneira simples e rápida, como é o caso da cirurgia refrativa.

A cirurgia refrativa é uma das cirurgias dos olhos mais conhecidas dentro da oftalmologia, pois consegue solucionar problemas refrativos muito comuns e conhecidos como miopia, hipermetropia, astigmatismo e a presbiopia (vista cansada). O mais interessante desse procedimento é que ele não exige de nenhum tipo de internação do paciente porque ele é feito com um aparelho a laser extremamente moderno que emite raios ultravioletas que modificam a superfície da córnea de maneira bastante sutil, alterando a sua curvatura para conseguir realizar a correção dos erros refrativos mencionados anteriormente. Por essa razão, o processo de cicatrização ocorre de maneira bem mais rápida e é possível retomar as atividades normalmente dentro de um curtíssimo espaço de tempo.

Para realizar esse procedimento, diferentes técnicas cirúrgicas foram desenvolvidas ao longo do tempo. Cada uma delas é específica e indicada para cada paciente, de acordo com a necessidade individual de cada pessoa. Portanto, é essencial ter o acompanhamento de um oftalmologista especialista para que seja feita uma avaliação completa com o objetivo de identificar a técnica mais apropriada ao paciente.

Falando sobre tecnologia – EXCIMER LASER

Você sabia que há uma maneira moderna e segura capaz de eliminar uso de óculos ou lentes de contato? Esta maneira é a cirurgia refrativa. Hoje em dia, em mais de 90% dos casos a cirurgia proporciona ao paciente independência em relação ao uso de lentes corretivas, sejam óculos ou lentes de contato. Estes modernos procedimentos cirúrgicos têm como objetivo principal reduzir e eliminar a necessidade de correção visual por meio de óculos ou lentes. Vamos falar nesse post sobre a ferramenta utilizada para realização da refrativa.

A tecnologia a que estamos nos referindo é o Excimer Laser. Mas afinal, do que se trata realmente? O Excimer Laser é uma radiação luminosa diferenciada que é capaz de realizar uma espécie de polimento sobre a superfície da córnea. Como nossos olhos são regiões bastante delicadas, todo o procedimento é feito a partir de cálculos computadorizados que proporcionam assertividade e excelência no objetivo da correção de problemas como miopia, astigmatismo e hipermetropia, além da remoção de cicatrizes superficiais da córnea. Esta tecnologia está em constante evolução e os avanços científicos gradativos elevam as chances de melhores resultados e minimizam os riscos.

Apesar disso, é importante ficar atento ao decidir realizar a cirurgia refrativa, e procurar saber qual tipo de tecnologia será aplicada em seu tratamento. Há diferentes gerações de laser que foram aprimoradas com o passar dos anos, e nem sempre você vai se deparar com as mais modernas. O Prof. Renato Ambrósio Jr. é bastante criterioso ao selecionar a tecnologia para gerar maior benefício para seus pacientes. Atualmente, utiliza o mais avançado software comercialmente disponível ao redor do mundo – São as plataformas VISX Customvue S4 IR e Allegretto Wavelight Eye Q. Ambas correspondem a instrumentos aprovados pelo FDA americano. Além disso, o Prof. Renato Ambrósio Jr  tem a importante posição de consultor internacional e treinador para as empresas citadas. Portanto, a tecnologia mencionada anteriormente é a mais popular entre os melhores cirurgiões refrativos no cenário internacional.

Falando sobre Miopia

Com toda certeza você conhece alguém que tenha ou teve miopia. Estamos falando de um dos problemas de visão mais comuns em todo o mundo. Neste post, vamos falar tudo o que você precisa saber sobre essa questão, desde as causas, tratamentos e explicar de maneira aprofundada o que ocorre em nossos olhos para gerar essa limitação visual. Antes de parecer que vamos focar apenas em problemas, saiba que a cirurgia refrativa tem efetividade na correção da miopia, para mais informações sobre este procedimento clique aqui.

Juntos com a miopia estão hipermetropia e o astigmatismo como os problemas de visão mais recorrentes na popualçao.  Você sabe a diferença entre eles? A hipermetropia ocorre em pessoas que possuem um olho menor do que a média. Com isso, a luz converge atrás da retina. Como resultado, estas pessoas têm dificuldades em enxergar de perto. Já o astigmatismo se dá em decorrência da curvatura irregular da córnea, que faz com que os raios de luz não atinjam o mesmo ponto na retina. Portanto, quem possui este problema tem uma visão com distorção, seja para focalizar objetos próximos ou distantes. Vamos falar sobre miopia a seguir.

Você realmente sabe o que é miopia?

As pessoas que possuem miopia são capazes de focar e enxergar objetos próximos ou à curta distância, mas o mesmo não ocorre quando focalizam algo distante, formando uma imagem embaçada, sem foco. Isso se dá porque ocorre uma focalização da imagem antes mesmo dela chegar à retina. Portanto, quanto mais elevado for o grau de miopia, maior será a dificuldade em focalizar objetos posicionados a maiores distâncias. Esse quadro gera desconforto e limitações a qualquer pessoa com problemas de miopia.

Apesar da ciência ainda não apontar quais são as causas exatas da miopia, sabemos que o fator genético é relevante, ou seja, se seus pais são míopes você vai ter mais chances de desenvolver este problema refrativo. Em média, o desenvolvimento da miopia se dá entre a infância e adolescência, entre 8 e 14 anos, com chances de progressão até a idade adulta.

Assim como muitos distúrbios, a miopia divide-se em alguns tipos:

  • Axial: sua causa está relacionada ao alongamento do globo ocular.
  • De Curvatura: Elevação da curvatura do cristalino ou da córnea.
  • Secundária: Pode estar associada a pode ser associada à catarata, trauma ou cirurgia para glaucoma – todas associadas a deslocamento ou degenerações no cristalino.
  • Congênita: Presença de alto grau de miopia desde o nascimento.

A miopia pode causar alguns riscos à saúde dos olhos. Isso ocorre nas situações em que o paciente tem um grau de muito elevado, acima de 6, em decorrência de possuir um globo ocular muito expandido. Esta situação pode acarretar no comprometimento da visão, pois a retina é formada por uma camada bastante fina e quando o olho cresce muito ela não acompanha essa expansão e corre o risco de romper. Por isso, todos os pacientes que têm miopia devem ter o cuidado e realizar o exame de mapeamento de retina todos os anos como forma de prevenção para o descolamento de retina, uma grave doença que culmina no comprometimento da visão de maneira severa e pode ser irreversível. Portanto, é interessante saber que as causas mais importantes do descolamento de retina são traumas como: soco, quedas, acidentes em geral e o alto grau de miopia.

Soluções para a Miopia

A miopia não é considerada uma doença e, por isso. não podemos usar o termo “cura”. O correto é usar a expressão correção. O uso de óculos e lentes de contato são soluções paliativas e bastante populares em todo o mundo, mas não eficazes como a cirurgia refrativa. A cirurgia a laser é um procedimento oftalmológico moderno e que está diretamente ligado à correção de imperfeições na córnea e proporciona aos pacientes chances reais de eliminação do uso de óculos e lentes corretivas.

Ao buscar melhorar nossa qualidade de vida e aumentar nosso bem estar devemos procurar  possibilidades que possam nos proporcionar uma melhora real e com segurança, principalmente no campo da saúde.  A cirurgia refrativa está inserida como a melhor opção para quem deseja corrigir problemas de visão, como a miopia. É um procedimento que requer cuidados, exigindo atenção antes, durante e depois da cirurgia, mas que apresenta resultados muito satisfatórios.  Esta assertividade se dá por vários motivos. Além da capacidade médica e estrutura tecnológica de ponta, são necessários exames e avaliações pré-operatórias criteriosas para que se tenha a certeza da necessidade de realização da cirurgia. Assim como selecionar um especialista de confiança. 

Já pensou na possibilidade de corrigir e eliminar as restrições que a miopia impõe a você? Os benefícios para seu dia a dia, seja no ambiente de trabalho ou no lazer, são inúmeros. Por mais que possamos usar diversos tipos de óculos ou lentes de contato, poder enxergar de maneira natural e livre de limitações é um verdadeiro privilégio.

As etapas da cirurgia refrativa

Em outros posts aqui do blog já abordamos os grandes benefícios da cirurgia refrativa. Agora, vamos resumir, em três partes, as etapas para um paciente que pretende realizar a operação a laser para correção de imperfeições na córnea que causam problemas comuns como miopia, astigmatismo e hipermetropia. Este moderno procedimento oftalmológico vai proporcionar a você chances reais de eliminar o uso de óculos e lentes de contato. A qualidade de vida que pode ser alcançada é imensurável. Já imaginou poder com uma visão corrigida e abrir diversos horizontes no que diz respeito à independência pessoal para executar diversas tarefas no seu dia a dia? Vamos falar a seguir do passo a passo para realização da refrativa.

Inicialmente, é preciso falar da avaliação pré-operatória. Pode não parecer, mas é um dos períodos mais importantes para o paciente que vai realizar a cirurgia refrativa. O passo a passo antes da realização da cirurgia é crucial porque cada paciente tem suas particularidades e características que serão determinantes, até mesmo para contra indicar ou não a cirurgia refrativa. Falando nisso, já podemos informar que, como qualquer outro procedimento específico, existem contraindicações e estas estão relacionadas a doenças oculares, como o ceratocone e infecções oculares. O procedimento a laser também não poderá ser feito em gestantes e mulheres que estejam em período de amamentação. Há ainda outras contraindicações ligadas a doenças autoimunes, sistêmicas e imunodeficiências em geral, como Lúpus. É importante informar que apenas pacientes acima de 18 anos de idade estão aptos a realizar a cirurgia refrativa.

A avaliação pré-operatória é minuciosa e deve seguir as seguintes etapas: Consulta oftalmológica seguida de uma bateria completa de exames, que inclui um exame da retina, e ainda testes complementares como a topografia e tomografia de córnea, paquimetria, microscopia e mapeamento da retina, que são feitos para identificar alterações ou degenerações. É bastante comum que o exame de retina, citado anteriormente, precise ser feito por um especialista em Retina & Vítreo. Saiba mais sobre a tecnologia aplicada aos exames e no procedimento cirúrgico.

A segunda etapa diz respeito à operação somente. Embora possa parecer um momento tenso, será a parte mais fácil para o paciente. Ao longo de todo o processo cirúrgico o paciente não sente dor. Durante a realização da cirurgia é utilizado um colírio anestésico que garante a não sensação de qualquer tipo de incômodo ou dores nos olhos.  As boas notícias não terminam por aí: os pacientes são liberados logo após o término da cirurgia e não precisam de qualquer tipo de internação na clínica, seja antes ou após o procedimento. Que ótima notícia, heim! Em média, pessoas que realizaram a cirurgia refrativa sentem-se aptos a exercer atividades habituais já no dia seguinte à cirurgia. O paciente deve ficar atento e ter cuidado nos três primeiros dias após a cirurgia. Apesar disso, você não vai se sentir limitado, pois é possível ver televisão, ler e usar computador até no mesmo dia da cirurgia. Em relação às atividades físicas sem qualquer tipo de contato, como musculação ou corrida, estão liberadas já para o dia seguinte ao procedimento. Em alguns casos, é possível sentir certo desconforto ou sensação de olho seco. Este incômodo pode ser facilmente eliminado com uso de colírios. A fotofobia, sensibilidade à luz, é bastante comum de ser sentida no dia da cirurgia. À noite, as luzes podem apresentar um brilho mais intenso por alguns dias. Estes sintomas são percebidos no dia da cirurgia e depois desaparecem de maneira progressiva, sendo bastante raro a continuidade por longo período.

Por fim, é fundamental estar sempre presente aos retornos e consultas agendadas pelo oftalmologista, para que ele possa acompanhar de perto sua resposta ao tratamento e evolução dos resultados. Além disso, é preciso respeitar seu corpo e cooperar para a recuperação completa seguindo as orientações médicas.

 

Você tem miopia? A cirurgia refrativa pode ser sua solução

A cirurgia refrativa está diretamente ligada à correção de imperfeições na córnea. Entre os inúmeros benefícios proporcionados pela intervenção cirúrgica a laser bem sucedida está a correção da miopia, problema largamente comum entre a população conhecido como “vista curta”. A pessoa que possui miopia consegue focar e ver objetos próximos ou à curta distância, mas o inverso ocorre com a visão para longa distância. Quanto maior o grau de miopia, maior é a dificuldade para focalizar objetos mais distantes. Esse quadro gera desconforto e limitações a qualquer pessoa com problemas de miopia.   

Estamos sempre desejando ter mais qualidade de vida e nossa saúde é um dos itens primordiais nessa tentativa de viver melhor. Infelizmente, nosso corpo apresenta algumas imperfeições e temos de conviver com alguns incômodos. No que tange os assuntos referentes à nossa visão, a oftalmologia está em franco processo de evolução tecnológica e medicinal e já pode nos proporcionar grandes benefícios e correção de problemas, que antes pareciam não ter solução. Já pensou em ter chances reais de eliminar o do uso de óculos e lentes de contato? A cirurgia refrativa pode te colocar nessa condição. A possibilidade de eliminar as restrições da miopia vai trazer um leque de benefícios para seu dia a dia, seja no ambiente de trabalho ou no lazer. Aliás, uma visão corrigida é um bem intangível, que vai nos acompanhar em todos os momentos e em qualquer atividade que precisemos utilizar nossos olhos. Por mais que existam diversos tipos de óculos, dos estilosos aos mais modernos, nenhum pode substituir uma visão natural e livre de limitações. O mesmo vale para as lentes de contato.

É importante chamar a atenção para o fato de que a pessoa que deseja realizar a cirurgia refrativa tenha conhecimento sobre o funcionamento completo do tratamento, saiba mais sobre cirurgia refrativa. A realização da intervenção a laser é precedida de um acompanhamento oftalmológico para todo o cuidado pré-operatório e, após a realização da cirurgia, deve-se seguir as orientações do oftalmologista com objetivo de alcançar total sucesso e obter a real relação à eliminação do uso de lentes corretivas, sejam por meio de óculos ou lentes de contato. Antes de falarmos dos procedimentos vamos dar uma boa notícia: A cirurgia refrativa não dói. Isso mesmo! Você não sentirá nenhum tipo de dor ou incômodo, pois durante a realização da operação são utilizadas gotas de colírio anestésico. Este colírio é altamente eficiente para eliminar qualquer sensação de dor. Além disso, você não vai precisar realizar qualquer tipo de internação, seja antes ou após a operação. Os pacientes são liberados logo após o término da cirurgia. 

A primeira consulta é muito importante e é justamente a partir dela  que será realizada uma avaliação clínica completa para verificar a necessidade de cirurgia. O fator mais determinante para realização ou não do procedimento está ligado às características físicas dos olhos de cada paciente. Isso será crucial para ver se a córnea do paciente está apta a receber aplicação do laser. Somente pacientes acima de 18 anos podem realizar a operação. Um os segredos para a correta aplicação da cirurgia refrativa é a  análise minuciosa de cada paciente, que será feita a partir de exames e testes indicados pelo oftalmologista – exame da retina e avaliações complementares muito importantes como a topografia e tomografia de córnea, paquimetria, microscopia e mapeamento de retina, todos como objetivo de mapear e identificar características da córnea que podem contraindicar a realização da cirurgia. Ou seja, as etapas listadas acima são procedimentos que vão dar total segurança e a certeza para cada paciente de que realizar a intervenção a laser é o melhor caminho a seguir.